Momento de Pesar

Na noite de segunda-feira, 28 de Novembro, marcou-se o fim de uma ascensão. O avião British Aerospace BAe 146, que transportava a delegação da Associação Chapecoense de Futebol, se acidentou a caminho do aeroporto José María Córdova, na cidade de Medellín, Colômbia.

Os feridos eram poucos – seis. Os mortos, muitos. Setenta e cinco seres humanos haviam deixado esta vida por conta de um acidente, uma falha. Durante o tempo de luto que ainda se sucede ao acontecimento, muito se ouviu falar de como isso poderia ter sido evitado, culpabilizando a ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil) por terem sido muito rígidos com os planos de vôo. Muitos “e se?” foram ouvidos nos últimos dias, contemplando realidades que nunca chegaram a ser.

A questão é que os possíveis cenários não são tão importantes quanto o cenário que foi possível e que ocorreu: um acidente a mais marcando nossa história com profunda tristeza.

Para o futebol, e para todos os apaixonados por ele, é um fato especialmente melancólico. O Chapecoense começou sua trajetória de sucesso em 2009, quando ainda estava na Série D. Escalou os ranks com exímio talento, chegando na Série A e alcançando a final da Copa Sul-Americana, para onde se dirigia a delegação no fatídico dia. Para os que vivem futebol, aquela segunda-feira foi um dia sem vida.

O Brasil está de luto, o futebol – inclusive o internacional – está de luto, e a Ordem DeMolay compartilha deste luto, mirando sempre ao firmamento, aonde pertencem as almas daqueles que se foram.

Que o Pai Celestial console as famílias que choram, cuide dos feridos e celebre com os que aqui não estão mais. É um tempo triste para o país, é um tempo triste para seu povo.

ps. todos estamos em oração para um parente de um dos nossos irmãos, o repórter da RBS: Geovani Vitória, que o nosso Pai celestial conforte o coração desse nosso irmão e de seus Familiares.

 

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